Primeira edição do Domingo Clássico Juvenil do ano será no dia 07
Concerto terá obras que vão do erudito ao popular, reunindo composições de F. Schubert (1797 – 1828), Samuel Barber (1910 – 1981) e Metallica
Primeira edição do Domingo Clássico Juvenil do ano será no dia 07

A Orquestra de Câmara da ULBRA inicia a temporada 2013 de concertos no próximo domingo (07/04), às 19h, na Associação Leopoldina Juvenil. A primeira apresentação do ano integra a tradicional série Domingos Clássicos Juvenil, que ocorre há dez anos no mesmo local, com concertos sempre no primeiro domingo de cada mês.
Desta vez, será apresentado um programa com obras que vão do erudito ao popular, reunindo compositores de diferentes períodos e estilos, como F. Schubert (1797 – 1828), Samuel Barber (1910 – 1981) e Metallica (1981). O concerto tem entrada franca e será regido pelo maestro Tiago Flores.
O espetáculo inicia com Adágio para Cordas – uma das mais conhecidas obras de Samuel Barber, extremamente difundida em discos, concertos e filmes, como Platoon, O Homem Elefante, El Norte e Óleo de Lorenzo. Com esta composição, Barber tornou-se o primeiro americano a ser interpretado por Toscanini e pela NBC Symphony, fato que o trouxe reconhecimento mundial.
Em seguida, será a vez de Serenata, escrita em 1826 por F. Schubert. Conta-se que a obra foi composta em uma noite de bebedeira com os amigos, sendo escrita no verso do cardápio de uma taverna de terceira categoria. A obra teria sido esquecida no local (característica comum do compositor, que costumava ser um tanto quanto desleixado os originais de sua obra, chegando a perder vários deles) e só foi recuperada mais tarde.
Após, a Orquestra de Câmara da ULBRA apresentará ao público uma das músicas mais famosas do Metallica: Nothing Else Matters, que integra o Black Album, disco de maior sucesso do grupo, lançado em agosto de 1991. A música já foi muito aplaudida em outros concertos da Orquestra, como os famosos Clássicos do Rock e tem o arranjo de Rodrigo Bustamante.
Depois de um intervalo, o Concerto se encerra com outra importante música de câmara de F. Schubert – A Morte e a Donzela, composta em 1824, logo após Schubert ter sabido da causa da doença que o levaria a morte: a sífilis. A natureza globalmente sombria da obra pode ser interpretada como um espelho do sofrimento do compositor pelo seu próprio destino. Obra prima do repertório de quartetos, A Morte da Donzela foi composta no período mais maduro de Schubert, em que a doença já estava em estado avançado, tendo sua primeira execução em 1826 em uma casa privada. Só foi publicada em 1831, três anos após sua morte.
Fonte: www.ulbra.br/orquestra
Desta vez, será apresentado um programa com obras que vão do erudito ao popular, reunindo compositores de diferentes períodos e estilos, como F. Schubert (1797 – 1828), Samuel Barber (1910 – 1981) e Metallica (1981). O concerto tem entrada franca e será regido pelo maestro Tiago Flores.
O espetáculo inicia com Adágio para Cordas – uma das mais conhecidas obras de Samuel Barber, extremamente difundida em discos, concertos e filmes, como Platoon, O Homem Elefante, El Norte e Óleo de Lorenzo. Com esta composição, Barber tornou-se o primeiro americano a ser interpretado por Toscanini e pela NBC Symphony, fato que o trouxe reconhecimento mundial.
Em seguida, será a vez de Serenata, escrita em 1826 por F. Schubert. Conta-se que a obra foi composta em uma noite de bebedeira com os amigos, sendo escrita no verso do cardápio de uma taverna de terceira categoria. A obra teria sido esquecida no local (característica comum do compositor, que costumava ser um tanto quanto desleixado os originais de sua obra, chegando a perder vários deles) e só foi recuperada mais tarde.
Após, a Orquestra de Câmara da ULBRA apresentará ao público uma das músicas mais famosas do Metallica: Nothing Else Matters, que integra o Black Album, disco de maior sucesso do grupo, lançado em agosto de 1991. A música já foi muito aplaudida em outros concertos da Orquestra, como os famosos Clássicos do Rock e tem o arranjo de Rodrigo Bustamante.
Depois de um intervalo, o Concerto se encerra com outra importante música de câmara de F. Schubert – A Morte e a Donzela, composta em 1824, logo após Schubert ter sabido da causa da doença que o levaria a morte: a sífilis. A natureza globalmente sombria da obra pode ser interpretada como um espelho do sofrimento do compositor pelo seu próprio destino. Obra prima do repertório de quartetos, A Morte da Donzela foi composta no período mais maduro de Schubert, em que a doença já estava em estado avançado, tendo sua primeira execução em 1826 em uma casa privada. Só foi publicada em 1831, três anos após sua morte.
Fonte: www.ulbra.br/orquestra
