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Notícias  »  Esportes  »  02/06/2021 às 20:34

Das quadras do Juvenil para o mundo

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A paixão pelo Tênis acompanha a trajetória de muitos associados no Juvenil. Afinal, é nas quadras das sedes Nova York e Marquês do Herval que eles recebem os primeiros ensinamentos na Escola, passando pela representação da Equipe em torneios e chegando no momento de decidir como o esporte vai acompanhá-los na vida.

 

Em meio a esses desafios, o destino de muitos acaba sendo obter bolsas de estudos em universidades estrangeiras. Mesmo com a distância, o vínculo com o Juvenil permanece forte, pois conseguem colocar em prática muitos ensinamentos que receberam dos profissionais do Tênis ALJ.

 

Abaixo, confira algumas histórias que mostram como o Juvenil é importante na trajetória de tenistas associados. Para Luiz Augusto Portal, vice-presidente de Esportes do Juvenil, “é muito bom perceber como o Tênis do Juvenil colabora para a formação técnica e emocional de muitos associados por meio do esporte. Nosso trabalho prima pelo apoio aos jovens e às famílias, transmitindo conhecimento para preparar os tenistas para a vida, seja dentro ou fora do esporte".

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Espírito de equipe

As quadras do Juvenil acompanham a trajetória de Marina Prediger desde os 11 anos de idade. “Foi uma experiência muito legal. Foram novas amizades levadas para a vida. Sempre aprendi muito com os treinadores. Foram eles que me ajudaram a chegar até aqui”, recorda. A dedicação dento e fora das quadras resultou na oferta de uma bolsa em uma universidade do Missouri, nos Estados Unidos, aos 18 anos. Após o período de adaptação, o momento tem sido de colocar em prática muitos ensinamentos recebidos nos tempos de Juvenil. “Aqui o tênis é um esporte de equipe, onde não adianta um ganhar, tem que o time inteiro ir bem para ganhar o confronto. O que tem me ajudado nisso é uma coisa que eu aprendi no Juvenil: é a equipe que anda todo mundo junto”, ressalta.

 

O Tênis da infância para a vida

O vínculo de Mathias Rocha com o esporte do Juvenil começou aos quatro anos, no Baby Tênis. Logo, a paixão pelo tênis foi despertada. “Eu treinei na Equipe a vida inteira. Em 2014, surgiu a oportunidade de eu vir para os EUA com bolsa esportiva e acadêmica”, recorda. Atualmente fazendo em terras norte-americanas, o Juvenil segue muito importante nessa experiência de vida. “O Juvenil sempre me ajudou muito na trajetória. Não é fácil conseguir bolsa, mas se (o tenista) se dedicar e treinar bastante, consegue. O Juvenil é um belo local para começar, pois tem uma equipe de suporte muito boa e tem uma cultura de muitos atletas que como eu vem para os EUA”, ressalta.

 

Apoio nas horas mais difíceis

Gabriel Nery considera que o Juvenil tem um papel importância na trajetória como bolsista nos estados da Flórida e do Kansas (Estados Unidos). Afinal, foi no Clube que encontrou apoio no período que precisou se recuperar de uma lesão no joelho. “Sou muito grato ao Clube, pois me deu a oportunidade de treinar lá e conhecer pessoas incríveis que eu levo para a minha vida. Sempre que eu volto para o Brasil e tenho a oportunidade de estar em casa o Clube é sempre muito generoso comigo, abrindo as portas para que eu siga treinando lá.”, recorda.

 

Memórias inesquecíveis

Bolsista acadêmica esportiva da Universidade do Missouri, Juliana Kulczynski começou a praticar Tênis no Juvenil aos 13 anos. Os ensinamentos dos professores, treinadores e preparadores físicos do Juvenil foram levados para a vida. “São as melhores memórias da minha vida. Tudo que o Clube proporciona é inexplicável. Todos os torneios, treinos e troca de ideias com os treinadores são importantes, como valores de comportamento, o que uso todos os dias aqui”, recorda.

 

Uma experiência de vida

Para contar a história de Guilherme Azambuja é preciso voltar aos anos 2000, quando, incentivado pelo pai, começou a jogar Tênis no Juvenil. Quando chegou no final da trajetória na Equipe ALJ, conquistou bolsa em universidade da Flórida (EUA). “Vim para cá de peito aberto e não me arrependo da escolha. Não é fácil. O Juvenil foi de extrema importância, por toda estrutura da Escola de Tênis ALJ. A gente viaja pelo mundo inteiro e não vê nada parecido. É estrutura de primeiro mundo”, celebra.

 

Trabalho em equipe

A relação de Carolina Chaves com o Tênis do Juvenil começou aos seis anos, tendo a entrada na Equipe ALJ com um elemento emocional. “Vendo o meu pai jogar tênis (no Juvenil) coloquei como meta fazer parte da Equipe. Defendendo o Clube foi a primeira vez que tive a sensação de família. Por mais que eu estivesse sozinha em quadra, eu não me sentia só”, recordando o apoio dos colegas e treinadores. E esse sentimento ela coloca em prática até hoje, em sua trajetória nos Estados Unidos. “Eu estava estudando e treinando em uma escola, no qual Jaime Oncins era treinador. Era bacana ver vários aprendizados do Juvenil serem espelhados na Escola. Foi no Juvenil que aprendi que, mesmo o Tênis sendo um esporte solitário, o trabalho em equipe é mais importante do que qualquer título. Isso me ajudou na vinda para os Estados Unidos”, destaca.

 

Rede de contatos

Em 2017, a oferta de bolsa atleta levou Heloisa Adams a jogar na Fairmont State Univeristy, em West Virginia (EUA). Atualmente no Brasil, ela recorda o período em que atuou pelo Juvenil e como a experiência foi importante. “Iniciei na Escola do Tênis quando tinha 5 anos. Toda minha base foi formada pelo Juvenil e pelos queridos professores que tive. Até chegar na equipe de competição, com experiências muito legais em viagens que me fizeram desde cedo ter independência e maturidade”, lembra.

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